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Jessica Jones

November 24th, 2015

Estreou na última sexta feria (20) a mais nova parceria entre Netflix e Marvel: Jessica Jones. Nessa primeira temporada contaremos com treze (13) episódios, que serão lançados todos de uma vez, apostando novamente no sucesso de outras séries lançadas neste formato. A série se passará já na conhecida Hell’s Kitchen, localizada na cidade de Nova York. Digo conhecida, pois na série Demolidor, o Demônio Vermelho enfrenta todos os seus vilões exatamente neste local. Já está previsto crossover  entre as séires, porém não será nenhum dos dois heróis que apareceram na série do outro (como ocorre em Arrow e Flash). A personagem que aparecerá na série será a enfermeira Clarie Temple, que ajuda o Homem Sem Medo em sua série. A séire tem o intuito de ligar não só o mundo do Demolidor, como também das próximas séries que vão estrear: Punho de Ferro e Luke Cage. Assim todas as quatro se desembocariam na esperada série dos Defensores.

Só que hoje não vim falar para vocês sobre a série (mesmo porque, ainda não assisti). Vou contar um pouco sobre a Jessica Jones dos quadrinhos. Porque, sempre tem adaptações necessárias (ou não) nas séries. E a melhor maneira de começar é contando a origem da personagem.

Como já foi dito, Jessica Jones é da cidade de Nova York e durante o inicio da sua adolêscencia ela estudara com o Peter Parker (inclusive ela estava presente no evento que ele fora picado pela aranha radioativa).  Os seus poderes se originaram após o carro de sua familia se envolver em um acidente com um caminhão que carregava produtos tóxicos ilegais (até onde pesquisei, não tem ligação com o acidente do Matt Murdock). O acidente matou toda a sua família, e deixou Jessica em um coma profundo. O seu despertar veio após um longo período e devido a batalha  entre os heróis da Terra e Galactus, devido a grande liberação de energia. A jovem então é colocada em um orfanato e adotada pouco tempo depois.

Após um tempo, Jessica descobre sobre os seus poderes: super força, voo e resistência sobre humana. Ela volta a estudar na mesma escola de Peter Parker, o que viria ser a sua inspiração a virar super heroína, já que precensiou uma luta do Homem Aranha contra o Homem Areia. Ela passa a adotar o nome de Safira para combater o submundo do crime. Mas, a sua carreira como heróina dá uma reviratavolta após se envolver em uma confusão num bar, onde o Homem Púrpura estava presente. O vilão usou seus poderes de controle mental para fazer com que Jones ficasse sobre seu comando, a torturando psicologicamente e a forçando a ajudá-lo em seus crimes. Após cerca de oito meses Jessica já não sabia mais o que era real e o que não era. E em uma dessas confusões mentais ela termina parando dentro da casa dos Vingadores e atacando a Feiticeira Escarlate. Os heróis, para salvarem sua companheira batem exageradamente em Jessica, que é salva pela Miss Marvel (Carol Danvers), que na época era a única que a conhecia. Após de muito tempo dentro da S.H.I.E.L.D., e com a ajuda de Jean Grey; ela retoma seu estado consciente e, também toma a descisão de abandonar a carreira de heróina.

Após esse fatidico episódio, Jones já não mais como heróina, abre uma agência de detetives particulares. Porém com tanto envolvimento com os mascarados, ela logo resolve encerrar a sua agência e trabalhar como reporter no Clarim Diário (foi na época de detetive que conhece Luke Cage).  Logo ela se tornou a responsavél pela coluna do jornal chamada The Pulse, onde ela cobria assuntos relacionados aos super seres. Neste momento de sua vida, Jones já estava casada com Luke e grávida do mesmo. Porém, suas colunas causaram atques de super vilões, o quea fez abandonar a carreira de jornalista.

A nossa heróina também teve passagem nos Jovens Vingadores como coadjuvante do grupo os auxiliando em algumas missões, e; durante a Guerra Civil, tanto ela como Cage ficam do lado da resistência, a obrigando a se mudar para o Canadá com o intuito de proteger a sua filha.

Sandman: Caçadores de sonhos de Neil Gaiman, com ilustrações de Yoshitaka Amano

November 9th, 2015

Hello, people!

Hoje vou apresentar a vocês Sandman: Caçadores de sonhos, uma HQ que não é bem uma HQ. Embora o encadernado (versão definitiva, deluxe) publicado pela Panini, conhecida editora de quadrinhos; o texto é escrito em forma de prosa e ilustrado pelo artista Yoshitaka Amano (as ilustrações são fodásticas! Sério!).

A história também é um pouco diferente, por ser uma adaptação de um conto japonês ao universo de Sandman. Apenas para não deixar passar, Sandman é uma aclamada graphic novel da década de 90, roteirizada pelo escritor Neil Gaiman (ele é um homem de muitas facetas, =P). Foram 75 edições que fizerem um sucesso tremendo apresentando ao mundo das HQ’s quadrinhos para adultos, com conteúdo mais denso e fugindo do clássico dos super heróis.

Mas vamos à resenha, pois senão farei um discurso xigante sobre Sandman.

Esta graphic novel conta a história de uma raposa e um guaxinim muito espertinhos que vivem numa montanha no interior do Japão. O inverno está chegando (sente o drama de Game of Thrones aqui, hahaha) e eles querem uma nova morada quentinha para viver.

Há um templo na montanha, onde vive um monge.

Raposa e guaxinim apostaram para ver qual dos dois conseguiria afugentar o monge dali e tomar o templo para si.

Primeiro foi o guaxinim e falhou. O monge o reconheceu.
Depois foi a raposa, e quase enganou o monge, disfarçando-se de bela donzela perdida na chuva. Mas por fim, ele a descobriu.

Contudo, a raposa se apaixonou pelo monge. E envergonhada, voltou ao templo novamente depois e pediu perdão. Passou então, a sempre estar por perto, protegendo o monge.

E foi então que ela descobriu na floresta que havia uma trama para matar o pobre rapaz.

A raposa ofereceu seu bem mais valioso, uma joia, para descobrir como salvar o monge. E sonhou. No sonho, Sandman possuía a forma de um grande raposo negro e com ela conversou, e prometeu ajudá-la. A raposa sonharia o sonho. O sonho que levaria a alma do monge para sempre.


E ela sonhou. E se foi no lugar dele. Seu sacrifício de amor.
Contudo, o monge descobriu e decidiu que precisava salvá-la. Mas será que ele conseguiria? Será que ele poderia?

Está história é de uma sublimidade tão cativante. Cálida e singela. Uma das mais belas histórias de amor e sacrifício que já conheci, nos quadrinhos. Espero que vocês gostem tanto quanto eu. Não há palavras suficientes para descrevê-la, então me encerro aqui, com uma dorzinha na garganta, só pra resumir. (Mas ainda sou muito macho, okay? hahaha)

Escrito por Michelle Pereira
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de Arrow para Green Arrow, a trajetória da série

October 23rd, 2015

Uma série da DC com a CW que atualmente está no começo de sua 4ª temporada, e já teve seus spin off e crossovers. Desde o começo já era comparado com o Batman, mas precisamente a trilogia Cavaleira das Trevas, devido à pegada mais realista. Pegada essa que já se afastou a partir do momento em que Arrow acertou um míssil, de um lança mísseis usando uma flecha e, melhorou; quando apareceram Salomon Grundy, Slade (Exterminador) e o Flash. No começo tinha-se um receio de como iria apresentá-los na série, tendo que substituir os poderes deles. E pra piorar, o Barry Allen ia aparecer sem poderes. Felizmente foram bem apresentados e com os devidos poderes (apesar do Slade aparentar mais forte que as versões das HQs).

Não vamos falar muito sobre a 1ª temporada porque já temos matéria sobre no site. Na 2ª temporada o vilão é o Slade afetado pelo mirakuru, uma versão do veneno de Bane usado pra da super força a pessoas na série, entre elas o Arsenal (que depois de um tempo, Oliver decide treiná-lo e introduzi-lo no time), e no exército de Slade. O vilão, muito bem representado por Manu Bennett, mostra uma personagem perturbado. Em contrapartida não se mostra muito o seu lado mercenário. É uma temporada que foi elevando o nível em relação a 1ª e no final, gerou o primeiro spin off: a série do Flash.

Na terceira temporada, a maior vantagem foi a interação com a série do Flash, através de elementos que funcionam como eastereggs (uma rápida passagem de reportagens de acontecimentos da outra série), como pequenas participações e até crossovers, o que aproxima mais dos quadrinhos no quesito fidelidade. Teve a introdução de novas personagens bem conhecidos como Elektron (Átomo), Pantera e Nuclear (que embora apareceu em Flash, mas tem ligação com o universo Arrow). E ainda tivemos a apresentação de uma 2ª Canário Negro: Laurel Lance, já que a sua irmã, Sara Lance morre. Neste momento que tivemos a apresentação do Pantera, que fora o treinador de Laurel, assim como nas HQs.

Pode-se dizer que a temporada começa a desandar, com a introdução do vilão da temporada: Ra’sAllGhul. Um clássico vilão da galeria de vilões do Batman. Não que não possa enfrentá-lo, às vezes acontece do Coringa ou Charada querer pegar no pé do Superman ou Flash, por exemplo. O que acontece na série é que Oliver é chamado pra fazer parte da Liga das Sombras, e suceder Ra’s, casando-se com uma das filhas dele (não a Thalia, pelo menos não fizeram o Batman receber um par de chifres), uma menos conhecida que apareceu recentemente nas HQs, NissaAllGhul. Praticamente substituiram o papel do Batman em toda a mitologia criada para o Ra’s nas HQs. A personagem Ra’sAllGhul foi bem construído.

Um vilão que tinha potencial para ser o vilão da temporada fora o Tijolo.  Apesar de não o terem introduzido como nas HQs, onde ele é um ser de “tijolo”, com força e resistência sobre humana, e; um grande mafioso.

Agora falando sobre o vilão da 4º temporada, seria interessante termos o Tijolo de volta. Ele sendo bem explorado, pode se tornar um vilão melhor do que o atual, Daimian. Nessa temporada teremos Gavião Negro, Mulher Gavião, Vandal Savage, Constantine, Sr Incrível e um novo spin off, já que alguns dessas personagens estarão em Legends of Tomorrow.

A 4ª temporada começou bem, agora Oliver já atende como Arqueiro Verde, a equipe já está bem formada (embora ainda vão ter seus problemas), Oliver decide virar prefeito (o que remete a um arco dos quadrinhos), e os episódios demonstram que ainda tem muito que acontecer nesta temporada e na série.

Arrow (repostando sobre a 1ª temporada)

October 14th, 2015

O que falar sobre a série televisiva do Arqueiro Verde? Ou podemos chamar de Arrow Begins.
Usando da receita de bolo de Christopher Nolan com sua trilogia Batman, vemos um Arqueiro mais sombrio, mais dark e mais realista. Os próprios produtores já pronunciaram que a fómula do Batman funciona, então melhor ficar em terreno seguro, não é mesmo?
Ambos possuem muitas semelhanças, são ricos e vigilantes. A série ainda acrescenta coisas, aqui ele até some igual ao Batman quando você olha pro lado, e assim percebe que estava falando sozinho. E também o fato de utilizar a sede de Ciências Aplicadas para fornecer equipamento no combate ao crime. Mas o Arqueiro não tem aquele carrão maneiro. Um acréscimo bacana foi o Le Parkour, e o fato do Arqueiro agora dominar combate corpo a corpo, algo que nos quadrinhos demorou um bocado pra acontecer, mas convenhamos, é melhor assim, no entanto derrotar Constantine Drake com certa facilidade, é demais.
Pra quem conhece o personagem, pode sentir falta de seu humor sarcástico e reclamão, afinal, é ele que fica criticando tudo quando está participando da liga. Mas podemos pensar que criaram uma versão própria do  Arqueiro.Stephen Amell não tem o maior dos talentos, mas é carismático. Quando ele finge ser o playboy excêntrico, prefiro pensar que Oliver não é ator. A caracterização dos vilões ficou bacana, embora o exterminador (Slade) parece que usa uma máscara de papel marchê.
Aparece também a família de Oliver, em que a irmã usa drogas. O Arqueiro sempre foi um personagem atingido por questões sociais, teve um filho que mechia com drogas, uma filha prostituta que pegou AIDS, portanto a irmã, ainda fica no contexto.
Mas a série é boa. Não é magnifica, e não tem inovações, fica mais no feijão com arroz.

Cavaleiros dos Zodíaco (Saint Seya) – Comparação anime/mangá

July 5th, 2015

Para aqueles que como eu, que cresceram na era Manchete, acompanhando séries como Jaspion, Changeman, Sailor Moon e Cavaleiro dos Zodiaco, é meio suspeito falar, pois marcaram nossa infância, e vimos o nascimento do meio otaku aqui no Brasil. Vou fazer uma compilação de toda a série. Começando pelo… inicio…

As diferenças entre os mangás e animes são pequenas, mudando meros detalhes na maioria das vezes. Embora a série clássica não foge dos famosos fillers. Como uma vez um amigo disse, Masami Kurumada possui ótimas idéias, mas conta uma historia muito mal, é cheio de buracos no roteiro alem de uma idéia muito preto no branco sobre o bem e o mal. Citando algumas:

– Os cavaleiros tinham 12 horas para chegarem até o salão do mestre, e o único meio de fazer isso era atravessando as 12 casas. Impossível pular da 1ª para a 3ª sem passar pela 2ª. Mas Cassio chega até a casa de Leão sem passar nem por Aries, nem por Touro, e ainda chega antes de Shun e Shyriu.

– As vezes enquanto um cavaleiro leva 1 hora para chegar até a próxima casa, mas um outro que segue logo atrás consegue chegar nela em menos de 10 minutos. E não se trata de velocidade ou habilidade de um cavaleiro especifico pois esse tipo de coisa acontece o tempo todo com todos os cavaleiros.

– A última casa e a sala do mestre mais parecem que se passaram umas 2 horas.

No entanto, Masami Kurumada embora não saiba conta-la, sabe criar uma boa historia, já que a medida que se vai lendo, vai se apegando e querendo ver o que vai acontecer. Se cria uma estima pelos personagens (menos pelo Seya – um dos personagens mais forçados de todos) a ponto de se ignorar os buracos, que não são poucos. O desenho de Kurumada, é muito ruim. Com o tempo ele melhora, mas a principio, as vezes não se sabe se o que esta no personagem é músculo, ou sujeira do sangue da batalha. Muito ruinzinho de anatomia. Ele costuma explicar o obvio (um dado momento na guerra galática, ele toma uma página inteira para mostrar o telão descendo, e na página seguinte ainda temvarios balões com “olhem, o telão desceu!”)e muitas vezes personagens repetem falas dos outros, de forma que parece que possuem problemas de audição ou de compreenção. Exemplo:

  • Cavaleiro de ouro – Se você entrar nesta casa, você será arremessado contra a parede.
  • Cavaleiro de bronze – O que? Quer dizer que se eu entrar nessa casa vou ser arremessado contra a parede?
  • Cavaleiro de ouro – Sim, acontecerá de você ser arremessado contra a parede.
  • E então o cavaleiro de bronze tenta, é arremessado contra a parede e diz:
  • Cavaleiro de bronze –  Eu fui arremessado contra a parede.

 Elemento que inclusive, se repete muito no anime também.

Entre o anime e mangá, possui boas diferenças, mas nem sempre significativas. A começar pelo design das armaduras, que diga-se de passagem, são muito melhores que no mangá (na minha opinião, as armaduras da 1ª fase são as melhores). Somente depois das 12 casas sofrem poucas alterações. No mangá, os cavaleiros de prata aparecem todos de uma vez só, um seguido do outro, enquanto no anime, aparecem aos poucos, o que gera mais historia de forma a desenvolver melhor a relação entre os cavaleiros de bronze e Atena, já que no mangá, quando foram pra Grécia, ainda a viam como uma mimada, o que dificulta pra engolir os cavaleiros lutando com aquela crença tão forte na Atena/Saori.

No mangá os cavaleiros de ouro são citados logo de cara, Shaka aparece logo que Ikki ganha a sua armadura (diga-se de passagem, mostra muito melhor como ele dominou os cavaleiros negros). Enquanto no anime, uma boa parte do tempo, acreditamos que a armadura de Sargitario era a única armadura de ouro.

No anime temos os fillers entre os cavaleiros de prata, criando alguns até interessantes como o do fogo.

No entanto no mangá explica mais claramente como ocorreu a traição de Saga, enquanto no anime, fica meio vago quem era realmente o Grande Mestre e quando o Saga tomou seu lugar, no mangá isso tudo é claro, embora no momento em que mostra isso, Saga já havia se revelado, perdendo um pouco do clímax, e ainda entra no que eu havia dito de explicar o obvio, já que aconteceu bem depois de se rebelar. As outras sagas são mais fieis entre o anime e mangá, e o desenho de Kurumada melhora também. Outro filler no anime, é a saga de Asgard, em que os cavaleiros de Asgard se mostram oponentes mais valiosos que os Marinas de Poseidon. E o cavaleirod e  Touro foi humilhado no anime, ao contrário do mangá.

Então temos Lost Canvas e Next Dmension. O Next Dimensio é feito pelo Masami Kurumada, portanto os mesmos problemas narrativos da série original prevalecem, e ainda pra complicar, tem a viagem no tempo. Já Lost Canvas, é um mangá que embora tem o auxilio de Kurumada, foi desenvolvido por Shiori Teshirogi. Tendo uma narrativa mais fluida, sem furos e os cavaleiros de ouro todos são melhor representados sob sua posição. Onde na saga clássica, alguns até nos leva a perguntar de como ele conseguiu virar Cavaleiro de Ouro. Todos tem uma participação muito ativa na guerra santa, e personalidades bem trabalhadas. Dificilmente um cavaleiro da saga antiga ficou melhor trabalhado em relação aos de Lost Canvas. Os design das armaduras são um pouco inferiores à série clássica, mas não fica muito atrás. Sinto um pouco da falta de uma hierarquia entre os espectros. Temos os 3 juizes mas só isso. Na maioria, os Cavaleiros de Prata e Bronze não são capazes de vencer nenhum espectro, enquanto 1 Cavaleiro de Ouro vence 3 a 4 de uma vez só. Mas sem essa hierarquia, quando um Cavaleiro de Ouro perde, fica difícil de saber se foi convincente ou não, pois enquantos um vence um dos juízes sozinho sacrificando a própria vida, outro perde para um espectro qualquer, que nem sempre se mostra ter grande poder.

Temos também o Episodio G, em que mostra como foi para Aioria, ser o irmão de um traidor. A principio sendo rebelde (mas nem tanto convenhamos), e o seu processo de amadurecimento. As armaduras possuem um design mais “Armadura” mesmo, tendo várias placas sobrepostas e com muito detalhe. Um traço muito feminimo pro tipo de mangá, e todos os quadros são extremamente detalhados, com desenhos que poderiam tirar o fôlego, se não fosse o fato de terem 3 a 4 em uma única pagina, se tornando uma poluição visual. Deviam aproveitar as vezes o fundo brando dos quadros. Certos quadros são extremamente confusos. A historia demora a se desenrolar, ficam muito tempo filosofando sobre os aspectos do cosmo. Mesmo que queiram explicar pros novos leitores, o mangá de Kurumada era mais dinâmico. O que faz o Episodio G por vezes se tornar entediante.

Por ultimo, temos Omega. Pode-se dizer que CDZ Omega está para CDZ Santuário assim como Superman Returns está para Superman O Filme de Richard Donner. É quase um Remake, tudo que acontece na série original acontece de novo, a batalha Dragão VS Pégasos, Dragão VS Perseu, a batalha das 12 casas, a traição no santuário, ate o nome dos vilões principais, o Grande Mestre da série clássica, era chamado de Ares (até descobrirem que era o Saga), o vilão de CDZ Omega, é chamado de Marte, e Marte é o nome romano de Ares.No entanto com alterações no resultado. Porem na batalha das 12 casas, se torna muito forçado. Basicamente, quando aparece um novo inimigo, tem que se mostrar tão poderoso, a ponto de humilhar um inimigo anterior muito poderoso. Como se os 5 cavaleiros de bronze juntos, mal dão conta de vencer um Cavaleiro de Ouro sozinho, ai chega um inimigo que derrota os 12 Cavaleiros sozinhos mas perde para um único Cavaleiro de Bronze.
Na série clássica, o único cavaleiro que realmente foi derrotado foi Mascara da Morte de Cancer. Shyriu se sacrificou para vencer Shura de Capricórnio, Hyoga morre para vencer Camus de Aquário, e Shun leva Afrodite de Peixes junto com ele. Os outros cavaleiros (menos Saga que se mata), deixam os de bronze passarem. Em Omega, todos os 5 chegam vivos e inteiros (as armaduras mal sofrem arranhões) na casa de Peixes, e ainda enfrentam 4 inimigos que teoricamente seriam capazes de enfrentar os 12 Cavaleiros de Ouro.

O design das armaduras são fracos, parecem panos as vezes. O traço é bacana.Em Omega mostra que mesmo os Cavaleiros podem subir de posto (também mostrado em Next Dimension, onde Dohko e Shion eram cavaleirosd e bronze promovidos para Cavaleiros de Ouro). Mas se Seya virou o novo cavaleiro de Sargitário, por que Hyoga, Shyriu, Shun e Ikki não foram promovidos? Nem Shiryu e Hyoga que já usaram as armaduras de seus mestres antes? E não se trata do fato de não poderem usar cosmo por causa do meteorito, pois mesmo nas recordações, eles eram Cavaleiros de Bronze.
Omega copia muita coisa de outros animes, mas nem sempre de forma convincente, parece que pensaram: “faz sucesso, vamos copiar pra cá”. Temos os cosmos elementais, Não acrescenta em nada, mas se um Cavaleiro do elemento fogo tem desvantagem contra o elemento água, e se o Cavaleiro de fogo foi um de prata e o da água um de bronze? Onde fica a questão dos cosmos elementais se as vantagens e desvantagens dos elementos é deixado de lado em certos momentos? Seria legal tentar encaixar os cavaleiros de Ouro nos cosmos elementais, mas nenhum deles uso deste artifício. Ainda temos os ninjas, no melhor (ou não) estilo Naruto. Mas em Naruto o poder dos jutsus vem do Shacra, e em CDZ Omega, de onde vem já que independe do cosmo?
Cavaleiros dos Zodiaco, foi um desenho que marcou época, e ainda consegue ter uma legião de fãs, merecidamente, mesmo com seus altos e baixos.

Bobobo

February 23rd, 2015

Bobobo

 

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