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Segunda Temporada de Gotham

September 22nd, 2015

CONTÉM SPOILER!

Hoje estreia a segunda temporada de Gotham! Para todos que acompanham a série, existe uma grande expectativa sobre o desenrolar da história. E para acalmar um pouco a ansiedade, já se sabe algumas coisas importantes para que essa segunda temporada seja f***!

Já ficou bem evidente a construção do Pinguim na primeira temporada, e para muitos ele criou o efeito “vilão rouba cena” (assim já visto com o Loki nos filmes do Thor e em Vingadores). E, segundo o ator Robin Lord Taylor, o Pinguim poderá se juntar a outros vilões na nova temporada, sendo que o mais provável seja o Charada (Cory Michael Smith).

Todos já sabiam quem era o Charada desde o começo da série (assim como o Pinguim), porém a sua verdadeira natureza só fora revelada mais ao fim da primeira temporada. Edward Nygma no começo da segunda temporada dará continuidade a batalha contra a voz que fica lhe dizendo para assumir o controle e fazer uma escolha. Segundo Cory, a personagem em algum momento terá que escolher uma nova identidade, e será esse momento que o Charada tomará força e o Nygma “deixará de existir”.

A atriz Erin Richards (Barbara), revelou um pouco sobre o que ocorrerá com sua personagem nesta segunda temporada: “Ela vai para Arkan e ela conhece todas essas personagens, uma das quais é Jerome.” – Nesta temporada teremos a construção do principal e mais querido vilão do Universo Batman (talvez até o vilão mais querido de todos), o Coringa – “Essas personagens vão acabar moldando ela um pouco. Sua habilidade é que ela sabe a fraqueza de cada um. Ela lida com cada pessoa até conseguir o que quer. Ela vai ser muito poderosa, o que é emocionante” – diz Erin em entrevista à Digital Spy.

Agora, o protagonista da série, Jim Gordon (Ben McKenzie) já sofre uma grande mudança logo no primeiro episódio quando ele tem que fazer uma parceira com o Pinguim, e as consequências dessa pareceria muda a moral do detetive. Em entrevista a ComicBook, Ben diz que eles estão recriando o show: “Você pode dizer que este é um segundo piloto. O primeiro piloto que fizemos mostrava como a série poderia ser uma grande saga, porém acabamos caindo no ato procedural.” – se referindo aos episódios individuais da primeira temporada – “Nós, basicamente precisávamos finalizar a primeira temporada e arrumar as coisas, para voltar onde a série deveria estar. Tem 75 anos dessas coisas, dessas personagens, desses filmes. Eles são muito ricos e tem essa paisagem moral na qual vivem. Então nós vamos, sabe, explorar isso!” E, Ben finaliza a entrevista com os seguintes dizeres: “Ele se torna uma versão mais pálida do herói que ele quer ser. Acho que você já vê isso no primeiro episódio da segunda temporada.” Essas últimas palavras da entrevista podem fazer pensar em um Gordon mais sombrio que não tem medo de nenhum dos vilões que irão aparecer e não medirá esforços para combater o que virá pela frente?!

Dentro disso que Ben McKenzie disse sobre a melhoria da série, também fora ouvido da boca do produtor executivo John Stephens: A primeira coisa que aprendemos foi não contar mais histórias autônomas. Aprendemos que devemos contar mais histórias sobre as personagens – e humanizar os vilões tanto quanto for possível. Seja qual for o vilão, vamos tentar torná-lo um ser humano em primeiro lugar”.

Além da manutenção e melhora das personagens já existentes, fora confirmado que o capanga Butch Gilzean (Drew Powell), fora promovido ao elenco regular do programa, e; novos atores estarão no elenco: Michael Chiklis será o Capitão Nathaniel Barnes da polícia da cidade e se tornará um grande aliado de Gordon. A atriz Natalie Alyn Lind será Silver St. Cloud que originalmente é um par romântico de Bruce, e o seu tio um vilão conhecido como Theo Galavan, será interpretado por James Frain. E pra fechar a família, a irmã de Theo, Tigresa será vivida por Jessica Lucas.

Quando que Gordan passará a ser o “manda-chuva”? Quando que o Bruce começará o seu treinamento para se tornar o Batman? Quais outros vilões aparecerão? O que ocorrerá com as personagens já introduzidas no enredo? Bom, para essas repostas a única maneira é assistindo a mais essa temporada que já está prometendo!

 

 Escrito por Gabriel Albuquerque

 

 

 

 

 

 

Cavaleiros dos Zodíaco (Saint Seya) – Comparação anime/mangá

July 5th, 2015

Para aqueles que como eu, que cresceram na era Manchete, acompanhando séries como Jaspion, Changeman, Sailor Moon e Cavaleiro dos Zodiaco, é meio suspeito falar, pois marcaram nossa infância, e vimos o nascimento do meio otaku aqui no Brasil. Vou fazer uma compilação de toda a série. Começando pelo… inicio…

As diferenças entre os mangás e animes são pequenas, mudando meros detalhes na maioria das vezes. Embora a série clássica não foge dos famosos fillers. Como uma vez um amigo disse, Masami Kurumada possui ótimas idéias, mas conta uma historia muito mal, é cheio de buracos no roteiro alem de uma idéia muito preto no branco sobre o bem e o mal. Citando algumas:

– Os cavaleiros tinham 12 horas para chegarem até o salão do mestre, e o único meio de fazer isso era atravessando as 12 casas. Impossível pular da 1ª para a 3ª sem passar pela 2ª. Mas Cassio chega até a casa de Leão sem passar nem por Aries, nem por Touro, e ainda chega antes de Shun e Shyriu.

– As vezes enquanto um cavaleiro leva 1 hora para chegar até a próxima casa, mas um outro que segue logo atrás consegue chegar nela em menos de 10 minutos. E não se trata de velocidade ou habilidade de um cavaleiro especifico pois esse tipo de coisa acontece o tempo todo com todos os cavaleiros.

– A última casa e a sala do mestre mais parecem que se passaram umas 2 horas.

No entanto, Masami Kurumada embora não saiba conta-la, sabe criar uma boa historia, já que a medida que se vai lendo, vai se apegando e querendo ver o que vai acontecer. Se cria uma estima pelos personagens (menos pelo Seya – um dos personagens mais forçados de todos) a ponto de se ignorar os buracos, que não são poucos. O desenho de Kurumada, é muito ruim. Com o tempo ele melhora, mas a principio, as vezes não se sabe se o que esta no personagem é músculo, ou sujeira do sangue da batalha. Muito ruinzinho de anatomia. Ele costuma explicar o obvio (um dado momento na guerra galática, ele toma uma página inteira para mostrar o telão descendo, e na página seguinte ainda temvarios balões com “olhem, o telão desceu!”)e muitas vezes personagens repetem falas dos outros, de forma que parece que possuem problemas de audição ou de compreenção. Exemplo:

  • Cavaleiro de ouro – Se você entrar nesta casa, você será arremessado contra a parede.
  • Cavaleiro de bronze – O que? Quer dizer que se eu entrar nessa casa vou ser arremessado contra a parede?
  • Cavaleiro de ouro – Sim, acontecerá de você ser arremessado contra a parede.
  • E então o cavaleiro de bronze tenta, é arremessado contra a parede e diz:
  • Cavaleiro de bronze –  Eu fui arremessado contra a parede.

 Elemento que inclusive, se repete muito no anime também.

Entre o anime e mangá, possui boas diferenças, mas nem sempre significativas. A começar pelo design das armaduras, que diga-se de passagem, são muito melhores que no mangá (na minha opinião, as armaduras da 1ª fase são as melhores). Somente depois das 12 casas sofrem poucas alterações. No mangá, os cavaleiros de prata aparecem todos de uma vez só, um seguido do outro, enquanto no anime, aparecem aos poucos, o que gera mais historia de forma a desenvolver melhor a relação entre os cavaleiros de bronze e Atena, já que no mangá, quando foram pra Grécia, ainda a viam como uma mimada, o que dificulta pra engolir os cavaleiros lutando com aquela crença tão forte na Atena/Saori.

No mangá os cavaleiros de ouro são citados logo de cara, Shaka aparece logo que Ikki ganha a sua armadura (diga-se de passagem, mostra muito melhor como ele dominou os cavaleiros negros). Enquanto no anime, uma boa parte do tempo, acreditamos que a armadura de Sargitario era a única armadura de ouro.

No anime temos os fillers entre os cavaleiros de prata, criando alguns até interessantes como o do fogo.

No entanto no mangá explica mais claramente como ocorreu a traição de Saga, enquanto no anime, fica meio vago quem era realmente o Grande Mestre e quando o Saga tomou seu lugar, no mangá isso tudo é claro, embora no momento em que mostra isso, Saga já havia se revelado, perdendo um pouco do clímax, e ainda entra no que eu havia dito de explicar o obvio, já que aconteceu bem depois de se rebelar. As outras sagas são mais fieis entre o anime e mangá, e o desenho de Kurumada melhora também. Outro filler no anime, é a saga de Asgard, em que os cavaleiros de Asgard se mostram oponentes mais valiosos que os Marinas de Poseidon. E o cavaleirod e  Touro foi humilhado no anime, ao contrário do mangá.

Então temos Lost Canvas e Next Dmension. O Next Dimensio é feito pelo Masami Kurumada, portanto os mesmos problemas narrativos da série original prevalecem, e ainda pra complicar, tem a viagem no tempo. Já Lost Canvas, é um mangá que embora tem o auxilio de Kurumada, foi desenvolvido por Shiori Teshirogi. Tendo uma narrativa mais fluida, sem furos e os cavaleiros de ouro todos são melhor representados sob sua posição. Onde na saga clássica, alguns até nos leva a perguntar de como ele conseguiu virar Cavaleiro de Ouro. Todos tem uma participação muito ativa na guerra santa, e personalidades bem trabalhadas. Dificilmente um cavaleiro da saga antiga ficou melhor trabalhado em relação aos de Lost Canvas. Os design das armaduras são um pouco inferiores à série clássica, mas não fica muito atrás. Sinto um pouco da falta de uma hierarquia entre os espectros. Temos os 3 juizes mas só isso. Na maioria, os Cavaleiros de Prata e Bronze não são capazes de vencer nenhum espectro, enquanto 1 Cavaleiro de Ouro vence 3 a 4 de uma vez só. Mas sem essa hierarquia, quando um Cavaleiro de Ouro perde, fica difícil de saber se foi convincente ou não, pois enquantos um vence um dos juízes sozinho sacrificando a própria vida, outro perde para um espectro qualquer, que nem sempre se mostra ter grande poder.

Temos também o Episodio G, em que mostra como foi para Aioria, ser o irmão de um traidor. A principio sendo rebelde (mas nem tanto convenhamos), e o seu processo de amadurecimento. As armaduras possuem um design mais “Armadura” mesmo, tendo várias placas sobrepostas e com muito detalhe. Um traço muito feminimo pro tipo de mangá, e todos os quadros são extremamente detalhados, com desenhos que poderiam tirar o fôlego, se não fosse o fato de terem 3 a 4 em uma única pagina, se tornando uma poluição visual. Deviam aproveitar as vezes o fundo brando dos quadros. Certos quadros são extremamente confusos. A historia demora a se desenrolar, ficam muito tempo filosofando sobre os aspectos do cosmo. Mesmo que queiram explicar pros novos leitores, o mangá de Kurumada era mais dinâmico. O que faz o Episodio G por vezes se tornar entediante.

Por ultimo, temos Omega. Pode-se dizer que CDZ Omega está para CDZ Santuário assim como Superman Returns está para Superman O Filme de Richard Donner. É quase um Remake, tudo que acontece na série original acontece de novo, a batalha Dragão VS Pégasos, Dragão VS Perseu, a batalha das 12 casas, a traição no santuário, ate o nome dos vilões principais, o Grande Mestre da série clássica, era chamado de Ares (até descobrirem que era o Saga), o vilão de CDZ Omega, é chamado de Marte, e Marte é o nome romano de Ares.No entanto com alterações no resultado. Porem na batalha das 12 casas, se torna muito forçado. Basicamente, quando aparece um novo inimigo, tem que se mostrar tão poderoso, a ponto de humilhar um inimigo anterior muito poderoso. Como se os 5 cavaleiros de bronze juntos, mal dão conta de vencer um Cavaleiro de Ouro sozinho, ai chega um inimigo que derrota os 12 Cavaleiros sozinhos mas perde para um único Cavaleiro de Bronze.
Na série clássica, o único cavaleiro que realmente foi derrotado foi Mascara da Morte de Cancer. Shyriu se sacrificou para vencer Shura de Capricórnio, Hyoga morre para vencer Camus de Aquário, e Shun leva Afrodite de Peixes junto com ele. Os outros cavaleiros (menos Saga que se mata), deixam os de bronze passarem. Em Omega, todos os 5 chegam vivos e inteiros (as armaduras mal sofrem arranhões) na casa de Peixes, e ainda enfrentam 4 inimigos que teoricamente seriam capazes de enfrentar os 12 Cavaleiros de Ouro.

O design das armaduras são fracos, parecem panos as vezes. O traço é bacana.Em Omega mostra que mesmo os Cavaleiros podem subir de posto (também mostrado em Next Dimension, onde Dohko e Shion eram cavaleirosd e bronze promovidos para Cavaleiros de Ouro). Mas se Seya virou o novo cavaleiro de Sargitário, por que Hyoga, Shyriu, Shun e Ikki não foram promovidos? Nem Shiryu e Hyoga que já usaram as armaduras de seus mestres antes? E não se trata do fato de não poderem usar cosmo por causa do meteorito, pois mesmo nas recordações, eles eram Cavaleiros de Bronze.
Omega copia muita coisa de outros animes, mas nem sempre de forma convincente, parece que pensaram: “faz sucesso, vamos copiar pra cá”. Temos os cosmos elementais, Não acrescenta em nada, mas se um Cavaleiro do elemento fogo tem desvantagem contra o elemento água, e se o Cavaleiro de fogo foi um de prata e o da água um de bronze? Onde fica a questão dos cosmos elementais se as vantagens e desvantagens dos elementos é deixado de lado em certos momentos? Seria legal tentar encaixar os cavaleiros de Ouro nos cosmos elementais, mas nenhum deles uso deste artifício. Ainda temos os ninjas, no melhor (ou não) estilo Naruto. Mas em Naruto o poder dos jutsus vem do Shacra, e em CDZ Omega, de onde vem já que independe do cosmo?
Cavaleiros dos Zodiaco, foi um desenho que marcou época, e ainda consegue ter uma legião de fãs, merecidamente, mesmo com seus altos e baixos.

O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA: A AMEAÇA DE ELECTRO – CRÍTICA

May 14th, 2015

A história de Richard Parker terminou! Não é erro de formatação, é assim mesmo que a crítica começa. A “enrolação” do segredos dos pais de Peter terminou e não interferiu em praticamente nada desse novo universo cinematográfico do aracnídeo. Diferente dos quadrinhos, onde eram agentes da SHIELD.

Muito superior ao primeiro longa, “O Espetacular Homem-Aranha: A Ameaça de Electro” contém um clima mais sólido e focado no desenvolvimento de suas personagens. Embora algumas falhas no roteiro ainda permanecem. O relacionamento de Gwen (Emma Stone) e Parker (Andrew Garfield) foi muito bem trabalhado assim como o de Peter e Harry Osbsorn (Dane DeHaan) que fez muita falta no primeiro filme e conseguiu impressionar com seu verdadeiro Duende Verde (não há vestimentas, ele se transforma em uma anomalia).

Felicia Hardy também dá as caras como secretária de Harry porém pouco e logo depois some das telas igual o Dr.Rajit Ratha, indiano e chefe de Curt Connors no primeiro longa, o qual não retorna e nem se menciona após o acidente na Ponte Williamsburg. Max Dillon (Jamie Fox) atuou muito bem sendo um super carente que se transformou na versão ultimate do vilão Electro e teve motivos fortes para odiar o cabeça de teia. Já Rino (Paul Giamatti) foi introduzido no início e voltou no término com armadura completa e mais aceitavel que o uniforme das HQs mas não apresentando uma ameaça em potencial para o herói.

Ao contrário do original, há bastante cenas de ação na continuação e não só o Aranha sarcástico e “bullying” de inimigos nos quadrinhos está bem presente no longa como o uniforme também está fiel (até com os olhos iconicos) e as posições clássicas em seus balanços pelos arranha-céus de Nova York. A batalha final contém tensão envolvendo a morte de um ente-querido do aracnídeo (o qual não vamos mencionar mas o fãs sabem muito bem quem é) e a trilha sonora de Hans Zimmer ajuda a criar esse ambiente e nos envolver na cena.

Em geral, o filme saiu superior ao anterior mantendo-se focado nas personagens e clima desenvolvido dando gancho para mais Duende Verde e possivelmente mais vilões para a continuação, mas muitas perguntas continuam não respondidas como: Por quê o sexteto sinistro está sendo criado? Qual será sua formação? Mary jane entrará na vida de Peter Parker? Felicia Hardy voltará como a vilã Gata Negra? Bem, nem o diretor Marc Webb sabe as respostas dessas perguntas, o q nos resta apenas esperar o futuro do cabeça de teia nas telonas.

Escrito por Guilherme Rincon
Corrigido e revisado por Tarsila Albuquerque
Editado por Gabriel Albuquerque

Top 10 confrontos do Universo Cinematográfico Marvel

May 11th, 2015

Chegando ao fim da 2ª fase do UCM, resolvemos listar os melhores confrontos (lutas mais 1×1) que tivemos até agora no UCM. O tópico poderá conter SPOILERS pra quem não viu os filmes

10 – Hulk vs Thor (Vingadores1)
Após Loki ser voluntariamente preso, ele joga os Vingadores uns contra os outros. E nisso temos o Hulk descontrolado em um confronto com o Thor. Contem um dos momentos mais motherfocker do filme que é a martelada do Thor no Hulk. Um dos confrontos mais famosos dos quadrinhos. Porem a luta foi pequena e pessoalmente esperava mais dela.
Thor vs hulk

9 – Thor vs Kurse (Thor o mundo sombrio)
Um dos poderosos inimigos de Thor dá as caras nesse filme, Kurse. E nos proporciona uma boa luta com o deus do trovão. Porém também acaba sendo uma luta pequena.
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8 – Homem de Ferro vs Chicote Negro – confronto na pista de corrida (Homem de Ferro 2)
Chicote Negro invade a pista derrubando os carros, inclusive o do Tony. Tivemos mais um no final do filme, onde o Chicote estava mais poderoso (uma esp´´ecia de união de personagens, Chicote Negro com Dínamo Escarlate), porém vamos escolher apenas um para variar um pouco e o primeiro confronto foi mais emocionante.
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7 – Thor vs Homem de Ferro (Vingadores 1)
Os heróis acabaram de se conhecer, e o que eles fazem, apertam as mãos? Pra que lê os quadrinhos já sabe que não. Que saem na porrada.
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6 – Thor vs Malekith (Thor mundo sombrio)
Malekith com o poder da gema da destruição (Hether) contra o Thor, em uma luta onde ficam viajando entre os diversos mundos incluindo Londres aqui na Terra enquanto Thor tentava fazer seu martelo voltar pras suas mãos. Foi uma luta interessante onde podemos ver o nível de poder de Thor.
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5 – Demolidor vs Rei do Crime (Demolidor série)
Matt Murdock passa a primeira temporada inteira tentando levar o Rei do Crime pra cadeia. No final da temporada, consegue provas o suficiente pra isso, mas Fisk não ia pra cadeia de boa vontade não né. Não sem uma boa luta.
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4 – Capitão América vs Batroc (Capitão América Soldado Invernal)
Logo no início do filme, onde Capitão, Viúva Negra e alguns soldados da SHIELD vão atrás de um terrorista, que era nada mais nada menos o Batroc. E que não ia se entregar sem uma boa briga.
Capitao vs salteador

3 – Capitão América vs Soldado Invernal-aeroporta aviões (Capitão América Soldado Invernal)
Temos 2 confrontos, e ambos são muito bons. Mas vamos escolher apenas um, portanto a 2ª luta. É difícil de escolher, mas fazer o que né.
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2 – Hulk vs Abominável (Incrivel Hulk)
Um dos maiores inimigos do Hulk, um dos poucos (que nem é tão pouco assim convenhamos) que pode confrontar Hulk em pé de igualdade no quesito força física. Aparece no final deste filme nos proporcionando um bom confronto para fecha-lo com chave de ouro.
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1 – Hulk vs Hulkbuster (Vingadores a era de Ultron)
Simplesmente um dos confrontos mais aguardados deste último filme que saiu recentemente. Hulk selvagem por ter sua mente mexida pela Feiticeira Escarlate lutando contra o Homem de Ferro trajando a “Verônica”. Nunca mais olharei para uma Verônica com os mesmos olhos.
HUlk vs Hulkbuster

Postado por Felipe Utsch

Bobobo

February 23rd, 2015

Bobobo

 

Capítulo 1

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Capítulo 2

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Capítulo 3

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X-MEN: DIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO CRÍTICA

February 23rd, 2015

Bryan Singer está de volta à direção na continuação de X-Men: Primeira Classe (2011) unindo as duas gerações de mutantes dos cinemas (primeira trilogia e a atual). O filme utiliza viagem no tempo para desdar os erros de cronologia durante a saga, assim estabelecendo um novo e firme universo cinematográfico, usando como base o arco de quadrinhos (Dias de um Futuro Esquecido) de Chris Claremont e John Byrne.

O longa inicia-se num futuro distópico no qual os robôs conhecidos comoSentinelas estão exterminando os mutantes e oprimindo os humanos que abrigam os genes que levam à mutação.

O diretor retoma a abertura clássica dos dois primeiros filmes com a trilha de John Ottman. Singer desenvolve muito bem o ambiente setentista e insere os mutantes em acontecimentos históricos; neste caso, o assassinato do presidente John F. Kennedy e o fim da Guerra do Vietnã. O jovem Charles Xavier (James McAvoy) e o jovem Magneto (Michael Fassbender) têm um relacionamento fantástico como no longa anterior, mas quem rouba a cena é Mercúrio (Evan Peters) com uma cena espetacular em câmera lenta, na qual o mesmo demonstra sua velocidade. Digna da invasão de Noturno à Casa Branca (X2 – 2003).

As cenas de ação foram bem elaboradas, transparecendo a interatividade da equipe formada por Apache, Bishop, Mancha Solar, Blink (manipulando os portais de maneira grandiosa), Colossus (saindo na mão com os Sentinelas do futuro), Homem de Gelo (pela primeira vez esquiando em seu tobogã glacial) e Tempestade (Halle Berry — com pouco tempo em cena). Fera (Nicholas Hoult) apresenta uma aparência mais fiel às HQs, diferente do anterior, e Mística está mais habilidosa durante as lutas e mais presente na trama.

Para quem apreciou Magneto levantando um submarino no original, prepare-se para o levantamento de um estádio de futebol na sequência. Não podemos esquecer também a bela atuação da dupla Patrick Stewart (Xavier) e Ian McKellen (Magneto). Até o jovem William Stryker dá as caras.

X-Men: Dias de um Futuro Esquecido vem a ser o melhor filme da série, mas ainda contém furos no roteiro. Para quem não se lembra do final de Wolverine: Imortal (2013), o mutante perde as garras de adamantium e retorna às de osso, e logo no início do longa reaparece com as mesmas de adamantium novamente sem nenhuma explicação. O mesmo para o corpo de Xavier, que foi obliterado em X-Men: O Confronto Final (2006), e, de acordo com a cena pós-créditos do mesmo, sua consciência foi transferida para o corpo de um paciente de Moira MacTaggert em estado terminal. Contudo, o resultado final é satisfatório por não ser um filme à la “Wolverine e seus amigos”, oferecendo espaço para todas as personagens e desfazendo o universo pré-estabelecido, criando uma nova realidade onde os mutantes encontram-se juntos, incluindo Jean Grey (Famke Janssen) e Ciclope (James Marsden). Agora é aguardar a continuação X-Men: Apocalipse, prevista para 2016.

Escrito por Guilherme Rincón
Revisado e corrigido por Tarsila Albuquerque
Editado por Gabriel Albuquerque

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